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FÓRMULA INDY ► Rapidinhas do fim de semana III: Fórmula Indy

29 mar

Adiada de domingo para segunda-feira devido a uma forte tempestade na Flórida (EUA), a prova no circuito misto de St. Petesburg de Fórmula Indy foi – mais uma vez – repleta de alternativas e indefinida até o fim, tamanha a pouca diferença entre os pilotos até a bandeirada final – dada primeiro, mais uma vez, para o vencedor do GP São Paulo, o australiano Will Power.

Helinho Castroneves foi o melhor brasileiro, chegando em 4º, tendo pressionado até o fim o outro australiano,Ryan Briscoe, em busca de um lugar no pódio. Raphael Matos foi o 8º, Tony Kanaan, o 10º, Mario Romancini, 13º, e Vitor Meira, 15º.

Mário Moraes vinha na incrível batalha que cerca de 10 pilotos travaram durante quase toda a prova, entre a 5ª e a 15ª posições, quando foi vítima da quebra de suspensão do carro de Dan Wheldon, que acabou o tirando da prova em um acidente que poderia ter tido graves consequências, mas que, felizmente, ficou só no susto. Confira abaixo:

 


A grande corrida do dia, porém, apesar do aparente modesto 5º lugar, foi a desse cara aí ao lado, o Escocês Voador, Dario Franchitti, a bordo do bonito carro da Ganassi, num desempenho de fazer o falecido Escocês Voador original, o bicampeão de F1 Jim Clarck, bater palmas do Além.

Faltando menos de 15 voltas para o fim, Dario Franchitti, em 14º, praticamente fechava a incrível fila de pilotos que brigavam da 5ª à 15ª colocação, quando iniciou uma incrível série de ultrapassagens no travado – e ainda mais apertado pelo numero de carros próximos uns aos outros – circuito de St. Petesburg.

Um a um os que estavam á sua frente foram ficando para trás, sendo que Alex Tagliani, Danica Patrick, Raphael Matos, Graham Rahal, Tony Kanaan e Ryan Hunter-Reay foram ultrapassados, simplesmente, um a cada volta, sucessivamente. Sempre achei Dario Franchitti um dos bons pilotos da Indy, mas agora o cara definitivamente ganhou mais um fã!

Chamou a minha atenção, também, o visual dos carros. Mesmo carros de mesma equipe têm diferenças que facilitam a identificação dos pilotos, já bastante facilitada pela simples e eficiente colocação do nome deles nos aerofólios traseiros. De quebra, os carros estão bastante coloridos – e muito bonitos.

Comparando, o visual dos carros da Indy está bem à frente do visual da F1 este ano. Há carros de todas as cores, com destaque absoluto, para o meu gosto, para a já citada máquina azul de diferentes tons de Dario Franchitti. Curiosamente, em São Paulo o escocês correu com um carro vermelho (aí no lado direito), também muito bonito. Talvez ele tenha estreado pintura nova agora. Vamos acompanhar.

Também gosto muito de ver na Indy a dinastia familiar de pilotos, que carregam o nome da família nas pistas, geração após geração, uma tradição antiga na categoria. E mais ainda gosto de ver um carro amarelo levando o nome Rahal na carroceria. Infelizmente, não é mais o campeão Bob com seu lendário número 18. Desta vez, é o filho Graham (na foto) que leva o nome da família na carroceria amarela, cor também muito usada pelo pai, especialmente na época que nosso Emerson abrilhantou a Indy com seu talento. 

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Licença Creative Commons
Este trabalho foi licenciado com uma Licença Creative Commons – Atribuição – NãoComercial 3.0 Não Adaptada.

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Publicado por em 29 de março de 2010 em Automobilismo, Fórmula Indy

 

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