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NBA ► Força auxiliar garante vitória do Jazz sobre o Nuggets e pega Lakers em uma das semifinais da Conferência Oeste

01 maio
Denver Nuggets 104 x 112 Utah Jazz (2 x 4)

Toda a série foi assim: Deron Williams e Carlos Boozer praticando um estupendo basquetebol e carregando o Utah Jazz em uma dramática batalha contra o Denver Nuggets de Carmelo Anthony. Mas ontem houve um enfraquecimento na Força lá pelas bandas de Salt Lake City.

Boozer fazia a sua parte, com a incrível marca de 22 pontos e 20 rebotes. Mas Deron Williams não esteve brilhante como de hábito e isso poderia ter sido fatal para as pretensões do Jazz. O melhor armador da NBA anotou apenas 14 pontos e 10 assistências e além de uma atuação abaixo de seu padrão, ainda acabou o jogo sentindo dores na mão direita. Era preciso mais.

E esse mais veio de Wesley Matthews e Paul Millsap. Apesar de acertar apenas 30% de seus arremessos de quadra, o calouro armador Matthews esteve muito bem nos lances livres e garantiu 23 pontos para sua equipe. Já o ala Paul Millsap anotou 21 pontos, além de contribuir com 11 rebotes. Foi o suficiente para o Jazz vencer uma partida muito disputada até quase o final e derrotar um Denver Nuggets desfalcado de nosso pivô Nenê e com um Carmelo Anthony valente, mas pouco inspirado.


Devemos levar em consideração que “pouco inspirado” para um craque da NBA não quer dizer necessariamente ruim. Melo anotou 20 pontos e 12 rebotes, além de cinco assistências. Só que foi pouco. Chauncey Billups (na foto marcado por Deron Williams), irregular ao longo da série, fez um grande jogo, com 30 pontos e oito assistências, e Joey Graham saiu do banco para marcar bem-vindos 20 pontos.

Mas o Nuggets fracassou dentro do garrafão: Boozer, sozinho, acabou com Kenyon Martin e Chris Andersen, que, juntos, somaram ridículos 10 pontos e cinco (C-I-N-C-O!) rebotes. Aí ficou difícil. Assim o Jazz venceu e evitou um terrível jogo 7 na Pepsi Center Arena, em Denver.

E Jerry Sloan mais uma vez leva o Jazz longe. Incrível a capacidade desse treinador de reformular a equipe e mantê-la competitiva. Quando o trio John Stockton, Karl Malone e Jeff Hornacek deixou o Jazz, muitos preconizaram tempos difíceis para que o time voltasse a ser competitivo. A lógica indicava isso. Mas a lógica não contava com o talento e a capacidade de Sloan, que reinventou o time e “clonou” Stockton e Malone nas figuras de Williams e Boozer (foto).

Agora o Utah Jazz, pela terceira vez consecutiva, vai encarar o Los Angeles na sequência dos playoffs. Cansados, os times começam a nova batalha já neste domingo. Difícil entender os critérios da NBA. San Antonio Spurs e Phoenix Suns terminaram a primeira rodada dos playoffs antes e só começam sua semifinal depois, na segunda-feira. Que coisa…
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Publicado por em 1 de maio de 2010 em NBA

 

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