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NBA ► Kobe, Odom, Gasol… Foi demais para o Phoenix Suns: Los Angeles Lakers sai na frente na final da Conferência Oeste

Phoenix Suns 107 x 128 Los Angeles Lakers
Final Conferência Oeste
(0 x 1)

Quem porventura estiver lendo, peço desculpas, mas o post estava pronto quando rolou um tilt aqui (um problema na peça que fica entre a cadeira e o teclado) e perdi todo o texto. Tentando recapitular…
Não é que o Phoenix Suns tenha atuado tão mal assim. O time de Steve Nash, Amare Stoudemire & Cia começou bem, impondo seu ritmo veloz de jogo e esteve à frente no placar até restar quatro minutos e meio para o fim do primeiro quarto: 22 x 19. Mas daí para frente, com Kobe Bryant e Lamar Odom à frente, o Lakers tomou conta do jogo e pontuou 18 vezes até a campanhia soar, contra apenas quatro do Suns, que ainda conseguiu reduzir a diferença para sete pontos antes do intervalo. Mas no terceiro quarto Kobe foi simplesmente demolidor: jogando em modo playoff, marcou 21 pontos contra 24 de todo o time adversário e acabou com o jogo. E isso porque passou a semana inteira sem treinar, apenas cuidando de seu joelho direito, o mesmo que o tirou das últimas partidas da temporada regular. Vejam na foto a intensidade da marcação de Jason Richardson (a mão cara dele) e Kobe ainda assim converte o arremesso. Incrível, não?

Além de Kobe, Odom (foto) também foi espetacular, conseguindo 19 pontos e nada menos que 19 rebotes. Antes da partida Odom prometeu ser agressivo o tempo inteiro – e foi. Gasol também dominou o garrafão ofensivo, acertando 10 de seus treze ataques à cesta e terminando com 21 pontos. Vejam que o trio Kobe-Odom-Gasol marcou 80 pontos. Já escrevi uma vez aqui neste espaço: com seus homens grandes jogando bem e dominando o garrafão (como Gasol e Odom fizeram ontem), o Lakers é um time muito difícil de ser batido, porque sempre pode contar com Kobe para completar o serviço.

Como disse no início, o Phoenix não jogou tão mal assim. Apesar da luta inglória no garrafão (só conseguiu três rebotes), Stoudemire ainda marcou 23 pontos. Nash fez 13 assistências, mas seus 13 pontos foram muito poucos para as necessidades do time. Outros quatro jogadores pontuaram em duplo dígito, com destaque para a volta do pivô Robin Lopez, marcando 14 pontos e pegando seis rebotes após ficar cerca de um mês e meio fora das quadras. E o time ainda levou boa vantagem no número de lances livres: 32 x 22. Mas tudo muito razoável para uma partida normal, contra um adversário normal, em circunstâncias normais, ou seja: tudo o que uma partida de playoff não é. Principalmente, o time sentiu falta de uma de suas maiores qualidades: os chutes de três, acertando apenas cinco em 22 tentativas. Channing Frye (foto), por exemplo, acertou apenas de um de sete arremessos de três, seus únicos três pontos no jogo.

Kobe Bryant declarou após o jogo que o Suns errou arremessos sem marcação que tem acertado durante toda a pós-temporada e não espera que isso ocorra novamente. Mas o Suns precisará de mais, precisará impor seu ritmo veloz para que o Lakers não se sinta confortável para controlar o jogo. Parar Kobe é algo que depende muito mais do próprio Kobe do que do esforço adversário, que, dependendo do dia do astro, apenas vai poder tentar diminuir seu estrago. Mas o Suns pode tentar congestionar o garrafão, como o Oklahoma City Thundercats fez com sucesso em alguns momentos da série contra o Lakers, dificultando assim o trabalho de Odom, Gasol e do contundido – mas ainda assim espaçoso – Andrew Bynum. Mas de nada valerá o esforço se as bolas de três não caírem. Sem elas, o Suns não tem chance na série. Parafraseando uma máxima americana: “No three, no gain.”

Pelo lado de Los Angeles, li em algum site americano um colunista supor que o sonho de Phil Jackson seria acabar a série o mais rápido possível, para assim ter mais tempo de recuperar seu elenco, especificamente Kobe e Bynum. Faz sentido para um Lakers que encontra nesta final de conferência algumas semelhanças com seu duelo anterior contra o Utah Jazz: tem pela frente um time talentoso, veloz e pontuador, mas que aparentemente não tem respostas para o tamanho e a força de Gasol, Odom e Bynum nem para o talento de Kobe.
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