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FÓRMULA INDY ► Dario Franchitti, o Escocês Voador, é bicampeão das 500 Milhas de Indianápolis

01 jun

As 500 Milhas de Indianápolis são certamente um dos eventos Top 10 do esporte mundial. Provavelmente, um dos Top 3. A centenária prova, que este ano foi a sexta da temporada de Fórmula Indy, é marcada por uma grande aura de magia. A história, a velocidade, a multidão estimada em 500 mil pessoas nas arquibancadas, o perigo… Tudo respira tradição no asfalto do Indianapolis Motor Speedway.

A começar pela solene abertura, com desfile militar, banda, hinos e o mais que tradicionalíssimo ladies and gentleman, start your engines (“senhoras e senhores, liguem seus motores”). É tamanha a expectativa que a largada em si ficaria quase em segundo plano, não fosse o fato de em Indianápolis haver a possibilidade de até quatro voltas de apresentação para melhor reconhecimento da pista pelos pilotos – o que normalmente acontece e nos faz lembrar que o que realmente importa vai começar.

No meu particular Top 10 de grandes momentos que vivi acompanhando os mais diversos esportes (Fluminense à parte…), a Indy 500 está lá no topo, com a emocionante (sensacional, fantástica, incrível, espetacular e mais um monte de superlativos) vitória de Emerson Fittipaldi com uma ultrapassagem roda a roda a não sei quantas milhas por hora a duas voltas do fim. Outro dia registrarei isso com mais calma.

Domingo passado, numa corrida repleta de acidentes e bandeiras amarelas (a bandeira quadriculada foi dada sob uma delas, inclusive), Dario Franchitti, o Escocês Voador, conseguiu sua segunda vitória em Indianápolis. Na mistura de estratégia e velocidade, a brigada brasileira acabou não se dando bem, com Hélio Castroneves e Tony Kanaan (que fazia espetacular corrida de recuperação após largar na 33ª e última posição) serem obrigados a fazer um splash and go para ter combustível suficiente para completar as 200 voltas da prova quando disputavam as primeiras posições.

Os mais inusitados acidentes ocorreram com Raphael Matos e Scott Dixon no mesmo pit stop, quando os carros dos dois pilotos perderam uma das rodas após a parada. Nunca vi isso. No video, o carro azul é o do brasieliro e o vernmelho, do neozelandês:


Classificação da corrida (em negrito, os pilotos brasileiros):


1º) Dario Franchitti (ESC/Chip Ganassi) – 3h05min37s0131

2º) Dan Wheldon (ING/Panther) – a 0s1536
3º) Marco Andretti (EUA/Andretti) – a 23s5251*
4º) Alex Lloyd (ING/Dale Coyne) – a 20s9876*
5º) Scott Dixon (NZL/Chip Ganassi) – a 21s4922*
6º) Danica Patrick (EUA/Andretti) – a 21s7560*
7º) Justin Wilson (ING/Dreyer-Reinbold) – a 25s9761
8º) Will Power (AUS/Penske) – a 30s2474
9º) Hélio Castroneves (BRA/Penske) – a 33s0137
10º) Alex Tagliani (CAN/Fazzt) – a 34s2482
11º) Tony Kanaan (BRA/Andretti) – a 59s5957
12º) Graham Rahal (Rahal Letterman) – a 59s9739
13º) Mario Romancini (BRA/Conquest) – a 1min05s0219*
14º) Simona de Silvestro (SUI/HVM) – a 1min01s6745*
15º) Tomas Scheckter (AFS/Dreyer & Reinbold) a 1 volta
16º) Townsend Bell (EUA/Schmidt Ganassi )- a 1 volta
17º) Ed Carpenter (EUA/Panther)- a 1 volta
18º) Ryan Hunter-Reay (EUA/Andretti) – a 2 voltas
19º) Mike Conway (ING/ Dreyer & Reinbold) – a 2 voltas
20º) Takuma Sato (JAP/KV) – a 2 voltas
21º) Ana Beatriz, a Bia Figueiredo (BRA/Dreyer & Reinbold) – a 4 voltas
22º) Bertrand Baguette (BEL/Conquest) – a 17 voltas

* os pilotos marcados com asteriscos tiveram suas posições alteradas pelos comissários da prova.

Não completaram:

23º) Sebastian Saavedra (COL/Bryan Herta) – 159 voltas

24º) Ryan Briscoe (AUS/Penske) – 147 voltas
25º) E.J. Viso (VEN/KV)Jay Howard (ING/Sarah Fisher) – 139 voltas
26º) Sarah Fisher (EUA/Sarah Fisher) – 125 voltas
27º) Vitor Meira (BRA/AJ Foyt) – 105 voltas
28º) Hideki Mutoh (JAP/Newman-Haas) – 76 voltas
29º) Raphael Matos (BRA/Luczo Dragon) – 72 voltas
30º) John Andretti (EUA/Petty-Andretti) – 62 voltas
31º) Mário Moraes (BRA/KV) – 17 voltas
32º) Bruno Junqueira (BRA/Fazzt) – 7 voltas
33º) Davey Hamilton (EUA/de Ferran Dragon Racing) – nenhuma volta completada

Link para a classificação completa do campeonato na página oficial da Fórmula Indy:
http://www.indycar.com/schedule/standings/.

Além da pontuação pela ordem de chegada ao encerramento de uma corrida, cada piloto da Fórmula Indy que liderar o maior número de voltas em cada prova receberá um bônus de 2 pontos, somados à pontuação normal. Além disso, há um ponto extra para quem conquistar a pole-position. Com isso, é possível que um piloto some 53 pontos em uma corrida.
(Fonte:http://www.band.com.br/esporte/formula-indy/classificacao.asp)

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Publicado por em 1 de junho de 2010 em Automobilismo, Fórmula Indy

 

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