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FUTEBOL ► Os homens do apito, sempre eles

Lá no início campeonato brasileiro eu comecei a escrever um post intitulado “Abertura do Brasileirão mostra o de sempre: juízes manipulando resultados”. E citaria três jogos para exemplificar: Ceará 1 x 0 Fluminense, Internacional 1 x 2 Cruzeiro e Corinthians 2 x 1 Atlético-PR. Mas logo vi que isso era meio que chover no molhado. E ainda pareceria choro em nome dos derrotados naquelas partidas.

Essa manipulação sempre ocorreu. Intencionalmente ou não, o fato é que juízes manipulam resultados desde sempre por aqui. E não necessariamente para beneficiar um clube ou prejudicar outro especificamente. Veja o caso do Ceará: beneficiado na estreia contra o Fluminense, foi absurdamente garfado no jogo seguinte contra o Santos, na Vila Belmiro. E os árbitros que cometem esses erros – ou não – que os fazem manipular resultados seguem impunes e apitando normalmente.

Mas não dá para deixar passar coisas absurdas que acontecem quando elas não impedem o bom resultado do clube prejudicado. Aí a queixa tem mais valor, não passa por simples chororô. Alguém me diz como enxergar credibilidade em um campeonato no qual um juiz como Gutemberg de Paula Fonseca (que tanto conhecemos aqui no Rio de Janeiro) segue apitando após inventar o pênalti que inventou a favor do Corinthians na partida contra o Atlético Goianiense neste meio de semana passado?

Não foi um lance duvidoso nem nada. Ele simplesmente achou de marcar um pênalti que poderia ter alterado o resultado da partida, só não o fazendo porque Chicão bateu e o goleiro Márcio defendeu. A pergunta que fica é: o que faz um juiz de futebol assinalar um pênalti daqueles?

Não considerando má intenção, pode ser por interpretação. Só que se ele interpreta alguma coisa naquela jogada como pênalti, jamais deveria estar apitando um jogo de futebol. Talvez intimidação, daí o inconsciente trabalhando para um melhor resultado do clube mais forte – bem mais forte – nos bastidores.

Não lembro se era João Saldanha ou Sandro Moreira quem dizia que o time de mais torcida, especialmente nos tempos dos estádios mais acanhados, não precisava se dar ao trabalho de subornar árbitros. A própria torcida intimidava os homens de preto, que, instintivamente, na dúvida ou até sem dúvida, acabavam se deixando influenciar pela massa arfando no seu cangote. Hoje isso pode estar acontecendo em relação à força nos bastidores. O que faz sentido por “n” fatores.

Agora, considerando-se má intenção, ele poderia estar fazendo o trabalho a favor de quem tem mais força mesmo – ou trabalhando para aquela máfia de apostas que tinha em seus quadros Edilson Pereira de Carvalho. Ou alguém aqui acha que SÓ Edílson Pereira de Carvalho fabricava resultados para tal máfia?

São hipóteses. Apenas hipóteses.

O fato é que segue o campeonato com arbitragens que nos fazem morrer de saudade dos piores juízes que vimos na Copa do Mundo recém-finda. É um tal de apitar com o apito na boca, soprando para assinalar falta ao menor espirro…

E para completar, juízes abusando de um critério totalmente sem critério, de tal forma que a expressão “dois pesos e duas medidas” torna-se insuficiente para ilustrar o modo como esses homens de preto, amarelo, rosa, verde e que tais dirigem uma partida de futebol.

Daí que não é difícil entender como jogos como o Fluminense x Botafogo de ontem no Engenhão (o que era aquilo que deveria ser o gramado daquele campo?) quase terminam em pancadaria. Não há equilíbrio emocional de jogador que resista a um juiz como o carioca Rodrigo Nunes de Sá (socorro!). Difícil entender mesmo é como o jogo NÃO acabou em pancadaria.

Enfim, não vale a pena se estender mais no assunto. Haveria linhas sem fim para escrever. São mazelas de nosso futebol. E não vai ser na administração Ricardo Teixeira que isso vai mudar.

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Categorias:Futebol
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