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FLUMINENSE ► O Fluminense 2016: a vantagem de ser invisível – mas pode chamar de “Só a Baixada salva o Fluminense do Levir Culpi!”

17 out

Eu estava evitando escrever sobre o Fluminense. Ando ocupado, tenho ainda pouca tolerância com o errado… Mas é o Fluminense. E são registros meus.

Querendo ou não, parte de mim, de minha vida. Então acabei até me perdendo em teclas, mais ou menos como nosso treinador em relação ao time, tentando entender o ano tricolor. Um ano estranho, mambembe, sem Maracanã, ouvindo minha princesa de 5 anos perguntar a toda hora: “Papai, quando vamos no jogo no Fluminense outra vez?”

O Fluminense fez – ou faz – quase tudo errado neste Brasileirão de 2016. Ou quase tudo para que estivesse fazendo um mau campeonato.

No início, o time era um dos apontados como favorito para brigar em cima. Carecia de um meia (que eu, inclusive, dizia que Diego, ex-Santos, era um ótimo nome disponível – o Flamengo também achou isso…), um lateral esquerdo (Fábio Santos estava dando sopa, o Galo pegou…). mas havia grupo com nomes e razoável talento suficientes para conseguir algo mais do que apenas fazer figuração.

De repente, viu-se sem seus dois jogadores que poderiam fazer uma diferença a mais, que o colocavam naquele patamar acima. Direta ou indiretamente, pelas mãos do treinador Levir Culpi o Flu perdeu Diego Souza e Fred.

Pelo que posso ter o direito de entender, depois de muitas entrelinhas caçadas aqui e ali, com Diego parece ter sido coisa pessoal, o treinador aparentemente não queria o jogador e forçou uma situação ao ponto de Diego literalmente preferir pedir para sair. Talvez Levir prefira Dudus e Pierres na posição.

Já com Fred – caso que mereceria uma publicação à parte – não sei dizer se foi da cabeça dele ou de outros (leia-se Peter Siemsen?), sendo Levir, no caso, apenas um testa-de-ferro. Mas o que ele fez com um ídolo do clube – e que nos profissionais esportes americanos seria o chamado franchise player, raridade e sonho dos sonhos de todo grande clube por aqui também (o peruano Guerrero, por exemplo, foi a tentativa do Flamengo de ter seu Fred) – obviamente contribuiu bastante para a ida do centroavante para o Atlético Mineiro. Na verdade, em uma instituição gerida profissionalmente, Levir seria demitido por justa causa naquela época por desvalorizar um patrimônio do clube. Entre os jogadores, o maior deles. E eu disse para quem quisesse ouvir que, no lugar do jogador, pediria o boné e ia fazer meus gols em outras paragens. E o jogador foi. Mas talvez Levir apenas prefira Henrique Dourado e Oswaldo no ataque.

Afinal, Fred é um jogador caro, Diego Souza também. Barato é ter Oswaldo, William Matheus, Maranhão, Pierre, Jonathan, Dudu, Danilinho, Henrique Dourado, Geovanni e mesmo Cícero (longe do jogador de 2007/8, embora ainda útil no posicionamento correto). Jogadores que em sua maioria nada acrescentam ao time e inferiores a jovens da base de Xerém. Na pior das hipóteses, do mesmo nível, o que torna injustificável esses gastos. Além de impedirem o encorpamento dos garotos.

Na comparação, são gastos exorbitantes, pois, assim, por alto, esses citados acima vieram de fora e recebem juntos uns dois ou três Freds de salário.

E não me parece que eles entrarão para a história do Fluminense nem serão ídolos formadores de uma nova geração de tricolores.

Basta ver o número de crianças que foram tirar foto com Fred após o jogo contra o Galo em Edson Passos. Quantas ali não se tornaram Fluminense por causa do ídolo?

Enfim, sem Diego, com a saída abrupta de Fred, sem qualquer liderança em campo e sem campo propriamente dito (com o Maracanã cedido à Rio 2016), o torcedor tricolor viu abrir-se à sua frente uma avenida expressa direta para o desespero: a luta para não terminar entre os rebaixados.

Fred e Diego à parte, Levir comete uma série de sandices que lembram a desventurada passagem de Vanderlei Luxemburgo pelo Fluminense em 2013.

Após Celso Barros nos entubar Renato Gaúcho mais uma vez e depois impor o decadente Luxa, o caminho para o rebaixamento parecia óbvio. Luxa foi defenestrado do clube tarde demais e não houve jeito do bom Dorival Junior salvar o time, apesar da acentuada subida de produção após sua chegada. Faltou tempo. Caímos.

E só não jogamos novamente a segunda divisão porque fomos salvos pelo coirmão Flamengo – que por sua vez foi salvo pela Portuguesa paulista, aquela história para lá de esquisita que aparentemente mostra que um raio pode cair, sim, no mesmo lugar em menos de 24 horas….

Levir repetia – e ainda repete – alguns erros semelhantes aos de Luxemburgo. Além de acrescentar outros de seu próprio repertório.

O técnico que se auto-intitula “um burro com sorte” é boa praça, a imprensa adora suas historinhas, ele diz que não precisa mais do futebol e que assinou com o Tricolor apenas por dinheiro – o que, aliás, não vejo problema algum. Até a torcida do Flu “achamos” engraçado.

Isso porque Levir é um técnico de grife. E a torcida do Fluminense adora um técnico de grife.

Veja bem: o Fluminense dificilmente seria campeão brasileiro com um interino como Carlinhos, e Andrade como o Flamengo – que ameaça ser novamente com um técnico da base, de casa, tampão. O Fluminense não toleraria um Jair Ventura como o Botafogo. Ou mesmo um Roger, agora ex-Grêmio e bem cotado no mercado. A torcida do Fluminense gosta de marca. Imagina se a direção tenta efetivar o ex-jogador Marcão, agora auxiliar-técnico…

E aí ela aceita um Luxemburgo completamente defasado e um Levir que…

Bem, Luxa ao menos tem um currículo invejável. E Levir? Tem essa grife toda? Acho discutível.

As maiores glórias citadas dele são torneios mata-mata, copas, como a Copa do Brasil. Como a nossa bem-vinda conquista da Primeira Liga. “Ah, mas ano passado o Atlético Mineiro jogou o futebol mais bonito do Brasileirão!” É, jogou – e em nenhum instante ameaçou o campeonato do Corinthians, um time com elenco bem inferior. Sequer fez cócegas no grupo de Tite.

Isso porque não vejo mais Levir passar competitividade aos seus elencos. Aquela gana de vencer, uma vontade, uma determinação a mais, que, a julgar por suas próprias palavras, ele já não tem neste ponto da carreira.

A própria discussão – encomendada ou não – com Fred indica isso. Ele chamou a atenção do terceiro maior artilheiro da história do clube e líder do elenco na frente de todos por causa de uma bronca dada em um garoto vindo da base, no caso o bom Gustavo Scarpa – jogador que, aliás, deve muito de sua ascensão ao próprio Fred e a um promissor treinador chamado Enderson Moreira, um desses sem grife aos quais a tricolagem não dá trégua, mas que nos legou, além de Scarpa, utilidade para Marcos Júnior.

Naquela discussão, Levir deixou claro que não admitiria aquilo no grupo. E por “aquilo” entendemos todas as discussões e cobranças que um grupo faz entre si dentro e fora do campo, dentro e fora do vestiário, quando está decidido a conquistar alguma coisa ou ao menos competir por seu objetivo até o fim.

É assim que se vence no futebol. Esse negócio de “por favor”, por gentileza”, “desculpe”, isso não existe. Todo mundo sabe disso. Nenhum time de damas conquista coisa alguma.

Dali em diante – e é possível reparar nas reprises dos jogos – o time do Fluminense se tornou uma alma penada vagando presa dentro de quatro linhas. Um mutismo total. Ninguém cobrando de ninguém. As lambanças se sucedendo, mas a “fidalguia” falando mais alto entre nossos jogadores. Como cobrar se o “professor” não gosta?

Uma das consequências disso, ao meu ver, pelo que observo, é que não há qualquer empatia entre o treinador e o grupo de jogadores. Não que eu entenda que devam ser melhores amigos, nada a ver. Mas parece claro que falta um algo mais nessa relação.

Então, ainda em formação, após perder Diego e Fred, sem liderança e sem campo, o Fluminense perdeu a alma. Se tornou um time absolutamente sem fibra. De irritar mesmo. De fazer a mão ficar coçando com o controle remoto na mão.

Veja que “sem fibra” não é o mesmo que “sem vontade”. É sem aquela determinação a mais que faz a diferença entre os que querem e os que não estão nem aí.

E o Fluminense se tornou um “não tô nem aí”.

Mas Levir Culpi é uma grife tão ao gosto tricolor que, mesmo com o clube em ebulição devido á eleição presidencial que se avizinha, nenhuma corrente critica abertamente o treinador. Mesmo que ninguém tenha a intenção de mantê-lo no cargo em 2017.

O dom da invisibilidade

Rodada após rodada, vencíamos um jogo aqui, outro ali, sem ao menos saber direito como. E perdíamos com uma passividade apavorante. Mesmo em vitórias, como a obtida no clássico contra o Flamengo, o time mostrava-se um desacerto só em campo. Mas vencia…

Até porque a camisa tricolor é assim, de vez em quando vence sem que nem saibamos de que jeito foi. Principalmente em certos clássicos…

E aí eu comecei a desenvolver minha teoria do time invisível. O time do Fluminense se tornou tão amorfo, tão amorfo, mas tão amorfo, que nem os adversários pareciam levá-lo muito a sério. Não é que fizessem pouco, mas não se preocupavam da forma que fazem ao enfrentar um time forte, com bom retrospecto, temido de se enfrentar em seus domínios, recheado de craques, jogadores experientes…

O Fluminense não tem nada disso.

E isso me pareceu explicar alguns resultados positivos em partidas nas quais era nítido que o adversário não se entregava como em outras vezes.

Nós não chamávamos a atenção no campeonato. As torcidas não falavam do Fluminense. A imprensa não falava do Fluminense. Parecíamos um time invisível.

E ser invisível, neste caso, mostrou sua vantagem.

Nosso jeitão amorfo de ser parecia ser contagiante e vez por outra pegava o adversário.

Mas bola, que é bom, nada. Ou pouco.

Levir, meses e meses à frente do time, mostra simplesmente ainda não conhecer o elenco.

Ele lembra uma passagem do bom treinador Sylvio Pirillo na década de 1950.

Após uma descarrilada trágica do time dirigido por Gradim no final do campeonato de 1956, com direito a sucessivas goleadas e o fim da era do grande Veludo no clube, Pirillo acertou com o Flu. Curiosamente, na despedida de Gradim, o Tricolor voltou a vencer – em grande estilo: goleou o favorito Expresso da Vitória vascaíno. Pirillo assumiu e o time foi se acertando. Apesar do descrédito, o Flu vinha bem em 1957 quando, após ótima vitória contra o forte Botafogo de Didi e Garrincha, ás vésperaa de um Fla-Flu decisivo, a manchete de um jornal estampava uma declaração no mínimo estranha do treinador: “Estou começando a conhecer o Fluminense.”

Levir sempre me passa impressão assim, de que está “começando a conhecer o Fluminense”.

E não só o elenco. O clube como um todo.

O Vale das Laranjeiras, em Xerém, apenas há algumas semanas ele “conseguiu tempo” para visitar – e se surpreendeu. Gostaria de saber com o quê, já que é fácil ler sobre a estrutura de Xerém em qualquer mídia.

Mas isso não deveria surpreender. Levir parece seguir a linha de Muricy Santana, linha pouco afeita a trabalhar garotos da base. Não vai haver legado dele nesse sentido. Ainda hoje não conhece os jovens valores do clube. Não vê o potencial de um Marlon Freitas (como não via no Marlon zagueiro!), não percebe que deveria ter dado espaço ao centroavante Pedro em vez de afiançar a lamentável contratação do esforçado Henrique Dourado. Se conhecesse minimamente o clube, não dispensaria Higor Leite, Eduardo, Léo (que pediu para não ser mais chamado de Pelé…) e Danielzinho, por exemplo, para ficar com William Matheus, Dudu, Maranhão, Oswaldo, Dourado…

Esses que vieram de fora não são melhores que os nossos. Longe disso. A permanência deles simplesmente não se justifica, por mais boa vontade que eu possa ter e por mais que eles se esforcem e que eu torça por eles. E são mais caros, bem mais caros. Simplesmente não compensam.
Henrique Dourado custou mais aos cofres do Fluminense do que o clube recebeu por Fred. Bem mais. Caso de polícia.

Daí o treinador definiu, após angustiantes meses, que titulares seriam Cavalieri, Gum e Henrique – o zagueiro. E só. Porque o resto fomos vendo se revezar aqui e ali. Ah, menos Cícero, claro.
Alfinetando Fred e Diego, lá no início, Levir disse que ninguém seria titular absoluto ou insubstituível.

Só que não. Nosso Cícero jamais é sacado do time, mesmo em suas atuações mais perdidas. Porque Cícero hoje só é útil mesmo ali de segundo volante, com a qualidade de seu passe e eventuais chegadas na área (além da força na bola parada) compensando a lentidão e a eventual falta de vocação defensiva. Ou, com boa vontade, largado na frente, perto do gol, para aproveitar sua capacidade de finalização. Fora disso, vemos Cícero muitas vezes perdido em campo, mais atrapalhando que ajudando, escalado com dois volantes e a missão de desafogar Scarpa criando e dando velocidade ao time. Fala sério…

E o famigerado Z4 em determinado momento cada vez mais ali, pertinho.

Só a Baixada salva!

Eu apenas contava os pontos – cada vez mais chorados. A meta era chegar logo aos 46. È o que basta para quem queria permanecer na primeira divisão. Talvez 45.

Até que se deu o inesperado: a direção mostrou uma mínima competência e, embora com MUITO atraso, conseguiu um campo para chamar de seu. Digo, de nosso: o estádio do América em Edson Passos.

Ali, na Baixada.

Baixada FLUMINENSE.

Não gosto dessa política pequena de “caldeirão” que vigora na cabeça de dirigentes torcedores brasileiros. O time grande  e bom tem que se impor em qualquer lugar. Mas jogar na Baixada, com a torcida ao lado, revelou que em nosso time invisível também pode correr sangue nas veias.

Não que o futebol tenha melhorado da água para o vinho – ou vice-versa para os abstêmios. Longe disso.

Mas simplesmente ele, ali em Edson passos, passou a entrar em campo ligado na tomada. Nem é 220w, não. 110w já está de bom tamanho.

Mesmo que os jogadores ainda pareçam uns gentlemen uns com os outros, a torcida não os deixa se desligarem da partida.

Daí passamos a até ameaçar a prática efetiva de um bom futebol – enquanto o técnico permite.

Bem mesmo, lembro poucas atuações neste campeonato. Com boa vontade… A vitória contra o América Mineiro na estreia foi de um enganoso 1 x 0, poderíamos ter goleado. Da mesma forma o placar mínimo contra o Botafogo em Volta Redonda foi por demais econômico. Deixa ver mais… A atuação contra o Atlético Mineiro em Belo Horizonte foi bem decente, poderíamos ter vencido se nosso treinador não levasse horas para fazer substituições óbvias. E…

Bem, depois disso, um longo hiato. Naquelas três partidas do parágrafo anterior ainda tínhamos Fred a liderar o time. Depois só fomos realmente mostrar futebol bom contra o Figueirense – mas apenas o primeiro tempo, pois Levir entornou o caldo no segundo. E contra o Galo novamente, ótima partida, com Levir acertando no segundo o que errou de início e com o adversário exemplificando minha teoria de enfrentar um time invisível. Estava mais para pinto que para galo. Alguns domingos atrás fizemos uma partida bem honesta contra o Corinthians em São Paulo – talvez a arbitragem não tão tenha atuado da mesma forma.

Mas também ficamos por aí. O resto foi, como dizem, meio barro, meio tijolo.

Ainda hoje não temos time realmente definido. Wellington (o jovem atacante que voltou) parece garantido, mas cada semana livre de treinos pode nos trazer uma escalação diferente no jogo seguinte. Cada escalação pode ser uma surpresa – desagradável muitas vezes. Cada alteração é de se fazer tomar um calmante.

Algumas partidas foram absolutamente patéticas.

Contra o Palmeiras no turno, uma vergonha. Conseguimos perder para o Sport em Recife em um momento em que o Sport perderia para a própria sombra. A goleada sofrida contra o Santos foi exemplar: não mostramos absolutamente nada que lembrasse um time de futebol. O jogo contra o Coritiba nem merece ser chamado de “futebol”. O Internacional implorou para ser derrotado. O Flu não atendeu o desejo de um dos mais desarticulados e pressionados times do campeonato. Vencíamos sem dramas a Chapecoense, mas Levir entregou três pontos de bandeja da mesma forma como Salomé pediu a cabeça de João Batista…

E agora o técnico resolveu castigar a torcida tirando os já poucos minutos que dava em campo ao solitário atacante que sabe finalizar no elenco, o veterano Magno Alves. Que, além de finalizar, parece o único ao lado de Scarpa capaz de ter tranquilidade para tramar uma jogada de gol. Seja para não dar o braço a torcer em relação à torcida, seja por que Magno mostrou personalidade em algumas entrevistas. Levir só gosta de cordeiros.

Por isso o subtítulo de dupla interpretação: a Baixada salva o Fluminense treinado por Levir Culpi da mesma forma que salva o Fluminense da incompetência de grife de Levir Culpi.

Uma incompetência que estava levando o time para o buraco com as benção de uma grande parte da torcida que peca pela soberba. Uma torcida que não deixa em paz treinadores querendo subir na carreira como Cristóvão, Enderson ou Eduardo Baptista (olha a Ponte preta onde está…), mas que derrete-se toda por Culpis e Luxemburgos da vida.

Mas graças à irregularidade da maioria dos adversários e a mais uma tentativa de mediocrização do futebol, agora protagonizada pela Conmebol, estamos ali firmes na briga por uma vaga na Libertadores. Que pode vir até com a sétima colocação.

Um prêmio à falta de planejamento e uma prova de que essa camisa ainda joga muito.

PS. Atualizando: derrota ridícula contra o São Paulo, derrota padrão “Levir Culpa”. Time mal escalado, substituições que vão do patético ao absurdo. O sujeito desmontou a equipe – que já não estava nada brilhante, mas eficiente – contra um adversário completamente batido. Derrota inteiramente justa. A torcida merece.

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Publicado por em 17 de outubro de 2016 em Fluminense, Futebol

 

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