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COPA DO MUNDO 2018 ► Minha seleção da Rússia

Em uma desses portais da vida, dentre as opções oferecidas, montei minha seleção da Copa do Mundo 2018. Afinal, era só ir clicando e escolhendo dentre as opções oferecidas.

Daí resolvi trazer para cá e deixar registrada minhas escolhas. Como o fiz em 2010 (clique aqui para ler) e não o fiz em 2014.

Uma coisa que notei em diversas mídias foi que houve um certo consenso na escolha dos melhores deste ano, com poucas discrepâncias.

Em geral, os mesmos nomes disputavam a preferência de profissionais e torcedores para cada posição.

Segue a lista com minhas preferências:

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Courtois (Bélgica) – Deixemos de lado as bobagens que saem de sua boca.

Para mim, Courtois sucede Neuer (Alemanha) já há alguns anos como melhor goleiro em atividade.

Não é de hoje sua grande forma. No final de seus tempos de empréstimo ao Atlético de Madrid já estava agarrando demais. E de quebra ainda joga todo de preto, clássico uniforme de goleiros.

 

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Mário Fernandes (Rússia) – Fez uma boa Copa o russo que nasceu no Brasil. Firme na defesa – como toda a Rússia aliás – e bom no apoio. O livro de ironias do futebol prova isso, ao registrar seu pênalti perdido na disputa contra a Croácia, após uma bela atuação nos 120 minutos de bola rolando.

Thiago Silva (Brasil) – O “mais vezes capitão” da seleção brasileira na Rússia (vai entender cabeça de treinador…) fez um excelente Mundial, melhor até que o anterior, já que desta vez não levou os cartões que o tiraram da fatídica partida contra a Alemanha. É o melhor zagueiro brasileiro que vi jogar.

Vida (Croácia) – Nas opções do portal, escolhi Varone (França). E essa foi uma Copa com vários zagueiros se destacando. Aqui opto pelo meio vida louca do Vida (não deu para evitar o trocadilho…). A despeito de tudo que o cercou fora de campo e de sua certa extravagância natural, foi muito bem em todas as partidas croatas.

Lucas Hernández (França) – Assim como seu também jovem colega do outro lado do campo (Pavard, do mesmo modo muito bem), Hernández ganhou a vaga às vésperas da Copa, sem nem meia-dúzia de jogos como titular antes da bola rolar na Rússia. Valeu cada euro da aposta.

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Kanté (França) – Não sou chegado a ficar destacando volante, mas realmente Kanté parecia onipresente nos jogos da campeã França. E não apenas no momento de se defender, se apresentando como opção nas jogadas de ofensivas.

Pogba (França) – Ainda bem que não foi apenas eu que notou isso, mas, pelos vídeos e pelas fotos que podemos acessar do passado, Pogba apresentou-se na Rússia como nosso Mestre Didi. Porte altivo, elegante, sereno, jogando mais recuado do que de costume, centrado como nem sempre o é em seus clubes, se sacrificando pelo time (isso lembra até um tal craque brasileiro… só que não). Ótima Copa.

Modric (Croácia) – Realmente é difícil não se deixar tocar pela extrema dedicação do franzino e talentoso motor da seleção da Croácia. Extrema dedicação e também inteligência de jogo. E joga o tempo inteiro, sem se omitir – mesmo perdendo um pênalti em uma partida eliminatória.

Hazard (Bélgica) – O habilidoso meia-atacante belga é praticamente da mesma geração de Neymar. No papel, um ano mais velho. No futebol, uma década a mais de maturidade. Assim como o jogo da Croácia passa por Modric, o futebol da Bélgica passa por Hazard. Outro que jogou muita bola e se apresentou para o jogo o tempo todo.

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Griezmann (França) – O hábil canhotinha francês não me entusiasmava tanto antes da bola rolar. Mas cresceu, foi encorpando, jogo a jogo, culminando com grande atuação na partida decisiva contra Croácia. Muita visão naquela perna esquerda.

Cavani (Uruguai) – Mbappé (França) fez uma partida realmente excepcional contra a Argentina e ainda foi bem na sequência da competição. Lukaku, apesar da seca final, foi além de um centroavante. Kane mostrou que a Inglaterra pode ter um 9 que não sirva apenas para cabecear bolas. Mas ouso dizer que a seleção uruguaia iria ao menos uma fase mais longe se Cavani não tivesse se lesionado. O atacante do PSG apresentou-se em sua melhor forma técnica na Rússia e mostrava grande ascendência sobre seu time. Pena a lesão.

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Meu craque da Copa: Modric (Croácia)

Meu técnico: Didier Deschamps (França) – Após a decepção francesa na final em casa da Eurocopa, teve coragem de promover uma reformulação que na seleção brasileira é quase inimaginável. Cinco titulares daquela Euro não foram à Rússia. Dos demais convocados de então, apenas um agora recebeu a faixa. Ou seja; dos 23 que jogaram a Eurocopa há apenas dois anos, apenas sete levantaram a taça em Moscou. E ainda foi campeão com Giroud de centroavante!

Minha revelação: Mbappé (França)

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Duas observações:

– Assim como em 2010, meu centroavante foi uruguaio.

– Oito anos é muito tempo no futebol. Daquela minha lista, nenhum nome eu repeti agora. E daquelas listas (afinal fiz duas, com reservas também), nenhum dos nomes que esteve na Rússia realmente se destacou.

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